Eu explico: primeiro fui a uma loja de produtos para animais ali na Marginal Tietê. Ali havia um pequeno mico em uma gaiola. Mais ou menos do tamanho da minha mão, o bichinho pulava de galho em galho e comia um pedaço de banana bem maior que a cabeça dele.
Dali, fui à Cubatão, a trabalho. De repente, vejo um porco em uma casa. Era mesmo um leitãzinho, pois fiz questão de dar ré e parar na frente do portão para confirmar. Um porquinho, gordo e limpinho.
Ao pegar o acesso para a Imigrantes, para voltar pra casa, vi duas cabras pastando calmamente às margens da rodovia. Não havia sinal de um pastor ou equivalente responsável humano, então imagino que as cabras sejam cabras livres e rebeldes que habitam a beira da Imigrantes.
Liberdade para as cabras!!
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É preciso contar aqui: fomos para o sítio do Penin semana passada, os carros não quebraram, ninguém morreu, não houveram fraturas expostas e a única casualidade foram sete picadas de mosquito no pé do Thiago, que ficou parecendo um pãozinho de tão iinchado. O rapaz ficou 2 dias sem trabalhar, mas comparado com as desgraças anteriores, dessa vez foi suquinho.
Será que vencemos a maldição do sítio?
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Reclamei que o aumento combinado não veio e o chefe aproveitou pra falar mal de mim.
Bolha, bolha, bolha...
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Fui a um live de Vampire. Pessoas de preto vagavam, vinho de qualidade indescritível servido, cheguei em casa 6 da manhã.
Ah, e não, eu não aprendi a gostar disso.
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Vou tentar fazer uma mutreta hoje. Se der certo, mais tarde haverá post emocionado.
Esta semana vivi situações de muito infortúnio, seguidamente.
Trabalhei muito.
Na quinta, a correia do alternador estourou. Eu e Beto acabamos indo num mecânico 24 horas, em plena rua Amaral Gurgel, pois no dia seguinte eu tinha que estar no trabalho antes das sete da manhã - exploração pouca é bobagem.
Saímos do mecânico às 3 e meia da manhã.
Depois de dormir duas vastas horas, fui trabalhar. Fiz uma apresentação pra uns jornalistas de Ribeirão Preto, com cara de doente. Consegui voltar pra casa cedo, umas 5 da tarde.
Aí tomei um banhinho, pus a roupa pra lavar e pensei: "Oras, vou dar uma cochiladinha..."
Deitei, dormi e acordei às 3 da manhã.
Perdi o aniversário de uma amiga do trabalho e a balada com uma outra amiga depois.
Aí dormi de novo, né? Afinal, eu estava cansada... acordei 6 da manhã ouvindo a voz da minha mãe, meio desesperada:
- Filha!!! Minha filha, responda!! Alôôô!!!
Meio dopada, levei uns segundos para entender: o celular ficou na mesinha de cabeceira. O número da minha mãe está na discagem rápida. O gato estava em cima da mesinha, cheirando o celular.
Conclusão óbvia: o gato ligou pra minha mãe.
E a coitada levou o maior susto porque eu não falava nada...
Aí fui trabalhar hoje, porque desgraça pouca realmente é bo-ba-gem!
Ah, e nesse meio tempo o São Paulo foi campeão da Libertadores.
Mal posso esperar pela segunda feira... no ritmo que a coisa vai, no mínimo amanhã o gato vai comer minha carteira, o Beto vai perder meus documentos e o Corinthians vai ser rebaixado...
Dá licença que eu vou ali jogar um sal grosso e já volto.
Aí ontem fui colocar o lixo pra fora. Ao empurrar para dar um nó na sacolinha, a tampa da lata de creme de leite fez um baita corte na minha mão.
Corte no dedo é sempre uma beleza: sangue pra todo lado. Depois de vários minutos, consegui estancar a porcaria.
O Beto ficou com mais aflição que eu, eu acho...
Hoje de manhã, como a porcaria não parava de doer, fui ao médico.
Curativo, dedinho de microfone e 1 dia em casa.
Vilma, minha faxineira, foi básica:
- Ué, curou a mão esquerda, a direita ficou com inveja...
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O pai de um amigo morreu ontem. Vou ao enterro logo mais, dar um abraço nele.
Essas coisas são sempre terríveis. No caso dele, o pai estava doente há um bom tempo, internado, sofrendo, sem perspectivas de melhora.
Quando uma pessoa nessas condições finalmente morre, a família fica numa situação difícil: por um lado, se sente extremamente triste pela perda de alguém querido, enquanto por outro lado há um sentimento de alívio, de terminar uma situação delicada, e isso acaba acarretando uma culpa muito grande.
Por isso vou lá, dar um abraço no Kuwahara e apoiar um amigo.
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No trabalho, a mesma porcaria de sempre. Chefe bolha, correria e canseira. Preciso de férias urgente.