Eu por mim mesma
30 anos, paulistana, corinthiana, blogueira, dona de 4 gatos, viciada em chocolates, séries, cinema e livros, entre outras nerdices.
Entries for February, 2006
February 6th, 2006
Update semanal
Posts semanais até que eu volte a ter computador em casa.
Na quarta feira, jogo do Timão. Muita emoção, a começar pelo Lucas solto na minha casa, apertando o gato e perseguindo a gata. Adoro o meu sobrinho torto, gosto muito quando ele vai em casa, mas fico com pena dos pobres animais.
Depois de retirar os felinos das mãozinhas do Lucas, fomos pro Pacaembu. Paramos o carro muito longe, porque corinthiano de verdade chega a pé no estádio.
Não tínhamos ingresso, as filas dobrando o quarteirão. Lelê ativando todos os seus contatos em busca do ingresso. Depois de uma longa busca, encontramos uns amigos dela que nos convenceram a comprar no cambista mesmo, porque corinthiano de verdade faz qualquer sacrifício pelo time.
Entramos, escalamos as arquibancadas até lá em cima. Lucas empolgadíssimo atazandando os membros da torcida. E os caras até gostando, porque corinthiano de verdade gosta de criança corinthiana e tem a maior paciência do mundo.
Depois, festival de gols. 1, 2, 3, 4, 5... Uma beleza. O bandeirão da Fiel descendo e subindo, aquele povo todo se abraçando, maloqueiros, crianças, famílias... porque corinthiano de verdade não faz distinção de cor, sexo e classe social. Abraça todo mundo na hora do gol.
Gritei muito, porque corinthiano de verdade não se preocupa com o dia seguinte. Se acaba de gritar, de suar, de torcer.
No fim, fedida de suor, com dor na perna, vontade de ir no banheiro e alma lavada, voltamos pra casa. Depois de deixar Lelê em casa, passei na frente da Mancha Verde. Sem noção que sou, não resisti: buzinei e gritei: Timãããão!!! E meti o pé no acelerador. Cheguei viva em casa, embora acredite que tenha recebido muitas pragas.
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No resto da semana, trabalhei como uma mula, chegando em casa tarde e saindo cedo. No sábado, comi alguma coisa que me fez passar mal, furei a balada marcada com a Lelê, caí na cama 6 da tarde e acordei domingo.
Depois, dormi mais. Não passei a roupa, não arrumei a casa, não fiz almoço e mal alimentei os gatos. Sorte deles que comem ração.
Você desconfia da previsão do tempo? Acha que meteorologia é para jacu? Seus problemas acabaram!!! Chegou o método 100% confiável de descobrir se vai chover na praia no fim de semana!! Gabi's PéFriator!! Basta ligar para o meu celular e utilizar a senha secreta: "Gabi, você vai à praia este fim de semana?" Se a resposta for sim, meu amigo, esqueça o protetor solar! Prepare suas galochas! Vai chover com certeza!!!
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Sim, vou à praia no fim de semana.
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Aí agora eu tô procurando apartamento, porque não preciso mais de 2 dormitórios e o meu ficou caro. E tem algumas coisas que só acontecem comigo:
Prédio I, a 3 quadras da casa da minha mãe, aluguel baixo, condomínio médio, vaga na garagem.
- Boa tarde, eu vim dar uma olhada no 52, a Pacheco Imóveis me mandou...
- Olha, a senhora pode ir embora porque não vai ver não. Agora só com o corretor junto.
- Ãhn??
- É isso mesmo! Eles querem ganhar dinheiro sentados? Tem que vir junto pra mostrar o imóvel.
- Mas eu já estou aqui, será que não dava...
- Não dá.
- Tem um síndico no prédio, alguém que eu possa falar?
- Quem manda aqui na portaria sou eu. E você não vai subir.
*Gabi vermelhinha de raiva ligando pra imobiliária*
- Olha aconteceu isso, blá blá blá.
- Que absurdo! Ligaremos imediatamente para o proprietário, a senhora pode aguardar, por favor...
*Gabi aguarda na chuva*
- Olha, a senhora pode entrar, viu? Foi um engano...
Eu subi e o apto nem era grande coisa. Não tinha área de serviço, portanto não dava pra lavar roupa em casa.
Apto II, local próximo ao metrô, último andar, tipo uma mini cobertura: tinha até quintal. Entretanto, área interna lastimável, carpete todo remendado, paredes por pintar, elétrica a ponto de explodir. Aluguel baixo, condomínio baixíssimo, sem vaga na garagem.
- É da imobilíaria? Olha, eu visitei o apto tal e gostei bastante. Mas está bem deteriorado, queria saber se é possível abater um valor para fazer as melhorias...
- Não é possível.
- Ceeeerto... e se o proprietário fizesse as melhorias, afinal o apto é dele e...
- Ele não vai fazer nada.
- Ele quer alugar do jeito que está?
- Sim.
- Com o carpete rasgado?
- Sim.
- Sem pintar?
- Sim.
- Com a janela caindo?
- Sim.
- Então ele pode enfiar o apto na orelha. Tenha um bom dia.
Tudo começou quando fui à loja de lingerie. Amigas bem intencionadas me disseram que quando você se separa é crucial mudar: cortar o cabelo, emagrecer, comprar novos lençóis e muita lingerie. Como meu cabelo já foi cortado recentemente e emagrecimento é sempre um problema, comecei pelo mais fácil. Fui à Preçolândia e comprei dois lençóis novos, um cor de melancia e o outro lilás. Na sexta, ao arrumar a mala pra ir viajar, percebi que o número de calcinhas furadas era maior que o de inteiras. E fui até a loja gastar um pouco.
Faço um adendo: odeio comprar lingerie. Existe um modelo de calcinha e outro de sutiã que costumo comprar e não consigo usar outros. Então costumo ir direto na arara onde está meu fabricante favorito e quando o modelo serve, já compro um de cada cor, pra facilitar.
A vendedora, muito chata, ficou tentando me empurrar mil coisas.
- Olha aqui este caleçon, que lindo.
- Não, obrigada.
- E este lindo sutiã verde abacate?
- Não, obrigada.
- E este fio dental super confortável?
- Não, obrigada.
Fiquei pensando como aquilo poderia ser super confortável uma vez que fica enfiado no... bem, vocês entendem o conceito básico.
Vale aqui outro adendo: a Valisere faz lingeries lindas e maravilhosas, que vestem super bem. Cada sutiã custa em média uns R$100,00, que é o suficinte pra pagar telefone e luz de um mês, então eu só costumo provar esta marca pra me torturar pensando como eu poderia ficar mais bonita se fosse milionária.
Cada vez que entrava no provador, tinha que pegar uma bendita fichinha com o número de peças. Bem na hora que eu estava provando as peças da Valisere, ela me deu uma fichinha de 4 peças. Mas me deu 5 peças. 5 lindos sutiãs da Valisere a um preço médio de R$90,00. Tinha um de R$109,00.
Experimentei os dito-cujos e um deles vestiu celestialmente. Me senti uma top model ao olhar no espelho, belíssima em um sutiã de R$97,00. Duas pequenas imagens de mim mesma se materializaram, uma de cada lado. Uma usava roupa de anjo, com asinhas e tudo. E ela me dizia: Não faça isso, é errado.... A outra usava um conjunto de lingerie idêntico ao que eu estava experimentando. E dizia: puta merda, olha como esse sutiã é lindo!!!
Devolvi os outros 4 pra moça, peguei a calcinha que combinava (e que custava R$35,00), mais um outro modelinho baratinho, paguei no cartão em 3 vezes e saí feliz da vida usando 2 sutiãs: o meu velho e o roubado.
Será que vou pro inferno?
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Fim de semana na praia+chuva+Gabi no fogão = 2 dias de comilança e sono profundo.
Esta noite tive um sonho bizarro no qualeu estav assaltando um banco. E acordei com um plano muito bem elaborado na cabeça...
Será que eu entrarei de vez na vida bandida? Desse jeito posso até me candidatar a deputada. Porque já que é pra roubar, quero fazer em grande estilo.
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Diálogo entre eu e Cyntia no estacionamento do shopping, 8 horas da noite.
- Então, Cy, aí eu...
- Peraí que eu vou estacionar e não posso falar.
- Como assim?
- Não consigo falar e estacionar ao mesmo tempo.
- putz...
- Sabe como é, mulher dirigindo...
- E loira, ainda por cima, né?
- Loira?? Quem você está chamando de loira?
*Gabi olha para o cabelo da amiga*
- Eu não sou loira!! isso aqui é castanho claro!
- Ééééé.... bem claro....Muito claro, né, Cy?
- Sai do meu carro que você vai voltar pra casa a pé.
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Hoje farei minha primeira aula de Pilates. Trata-se de uma técnica muito moderna de tortur..ops, exercícios.
Aula de Pilates: péssima idéia. Há músculos em meu corpo que nem sabia que existia e que estão agora latejando.
Basicamente, a idéia é utilizar alguns aparelhos enormes para contrair, alongar e fortalecer seu corpo, criando consciência corporal e melhorando condicionamento físico, postura, respiração, etc. Uma belez.
O que eles esquecem de mencionar é que no dia seguinte você acha que vai morrer.
Nem digitar eu tô conseguindo, porque dói na hora de fazer maiúscula. Sim, o músculo da mão está doendo. Aquele musculinho entre o dedão e o indicador. Sim, ele existe. Impressionante, não?
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Ontem, sinuca. Diálogo com Júlio:
- Ah, eu dava pro George Clooney.
- Eu também, Júlio. Mas eu sou mulher, né?
Sim, querido Julinho, além de ser difamado no blog da Lelê, doravante você o será aqui também.
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Amanhã, Lelê, Júnior, Júlio e Dona Rose partem pro Rio pra assistir o show dos Stones.
Continuando a saga de festas temáticas, depois da festa surfista, fui a uma festa judaica no sábado.
Explico: minha grande amiga Cyntia é judia. Uma judia meio fajuta, é verdade, mas ainda assim judia. E ela tem uma amiga que também é judia e só tem amigos judeus. E essa amiga resolveu fazer uma festa juntando os amigos dela com os amigos goy* da Cyntia.
E foi engraçado. Festas judaicas sempre têm:
- Muita comida
- Muita bebida
- Uma pessoa chamada Sara ou David
- Uma ou mais pessoas fumando um narguilé com tabaco aromatizado de laranja ou coisa que o valha
- Uma ou mais meninas com voz anasalada
- Muitos narizes
- Cabelo liso para as meninas, crespo para os rapazes
- Piadas internas com expressões em íidiche
- Mais comida
- Mais bebida
No fim, foi bem divertido. Mas no fundo eu queria mesmo estar na areia de Copacabana gritando "Miiiickyyyyyyy!!!!".
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Contando uma história:
era uma vez uma ratinha muito fofa. Na verdade, ela era uma esquila da mongólia, mas todo mundo achava que ela era uma rata mesmo. Ela morava numa casinha muito legal, com duas gaiolas pra ela correr, rodinha pra brincar e muitas palhinhas para dormir.
Mas Papoula (esse era o nome dela) era uma rata louca. Não se contentava em correr, comer e dormir como as outras ratas.
Ela fugia da gaiola. Aprendeu a abrir a portinha da comida e escapava e corria pelo escritório. Ela batia nos gatos que rondavam sua casinha de vez em quando. Quando eles aproximavam os focinhos gulosos, ela esticava a pata e arranhava sem dó.
Tinha o comportamento de um presidiário rebelado: Quando estava com fome, batia a panelinha contra as grades. Se a palha ficasse um pouco suja, jogava tudo pra fora.
Papoula, a rata higlander, viveu quatro longos anos, quando a expectativa de vida de sua raça é de pouco mais de dois.
Na última sexta, Papoula se fingiu de morta. Digo que ela se fingiu, porque uma rata highlander não ia morrer assim, sem mais nem menos. Aí a enterramos ao pé de uma linda árvore bem alta.
Tenho certeza que assim que viramos as costas, Papoula saiu de debaixo da terra, chacoalhou umas poeirinhas e saiu correndo pela praça.
Cuide-se, rata louca.
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Ontem, confusa por conta do fim do horário de verão, caí da cama as 8 da manhã e resolvi ir dar uma andadinha no Av Sumaré.
Com este corpinho boticceliano que deus me deu, vesti uma roupinha esportiva e lá fui eu.
Garrafa d'água na mão, cabelinho preso, uma beleza. O objetivo: chegar até o Parque Antartica e voltar, tentando não desmaiar.
Na ida, muita tranquilidade, só descida, até apertei o passo. Fui andando, cruzando com moças saradas, cachorros, homens cardíacos com cicatriz de cirugia e tudo. Uma verdadeira fauna.
Cheguei até o Palestra, mostrei a língua e fiz a volta. Depois de uns 5 minutos, amaldiçoei a hora em que resolvi sair de casa. Cogitei pegar um táxi.
Caminhei um total de 50 minutos. Minhas pernas latejavam, eu suava, um horror.
Cheguei em casa, tomei um banho e dormi por 2 horas. Acordei com uma fome de leão e comi um saudável arroz integral, salada e bifinho. Tudo pra compensar as cerveja e caipirinhas que comecei a tomar na quinta e continuei tomando até sábado.
Eu sou um símbolo da geração saúde, não é?
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O título Hava Nagila: Essa música é muuuuito tradicional e sempre é cantada em casamentos e outras festas judaicas. Significa algo como alegria, felicidade, sorte, sei lá.
*Goy é qualquer um que não seja judeu. Ou seja, naquela festa, eu, o Kwuahara e o Chan. E só.
Plena terça feira, um calor que deus mandava. Depois de passar o dia trabalhando na Baixada Santista, me dirijo à Pompéia para retirar parte da família Martim de Macedo. E lá vamos eu, Dona Rose, Seu Fausto e Lucas em direção à São Judas para acompanhar de perto a colação de grau de Lelê.
Veja, tudo que precisa de testemunhas não presta. Por exemplo, no casamento civil, são requeridas duas testemunhas pra garantir que você realmente esteve ali e assinou o papel por livre e espontânea vontade. No caso de batizado, circuncisão judaica, divórcio e mais outros tantos, também são necessárias testemunhas. Se fosse coisa boa ninguém testemunhava. Vê lá se precisa de testemunha pra tomar sorvete de pistache, por exemplo.
Enfim, lá fomos nós prestigiar a queridona de beca, durante a linda cerimônia organizada pela Milleniun formaturas.Um coral começou a cantar canções pra animar a galera. Lucas odiou as músicas.
- Gabi, não vai parar essa música chata?
- Não, querido. Música chata nunca acaba.
Pelo menos não rolou Canção da América.
Um japonês com um cabelo enorme, estilo Jaspion com megahair, filmava tudo. Ao passar com a câmera na nossa direção, desviou. Me senti um pouco desprezada, mas tudo passou ao perceber que os professores que entravam usavam capinhas de cetim azul. Sem dúvida, era mais importante filmá-los do que a nós.
Logo de cara, Lucas se anima:
- Gabi, soltei um pum.
- Ai, Lucas, no meu colo?
- Manhêêêê!!! Soltei um pum!!!!
- Pára, Lucas.
- Fala mesmo, Lucas!
- Pára, Júlio.
Dali a pouco:
- Gabi....
- Fala, Lucas.
- Soltei outro.
- *suspiro* Que bom pra você.
Enquanto isso, no palco, um locutor com um topete de aproximadamente 9 centímetros falava belas palavras sobre amizade, profissionalismo e todas aquelas baboseiras de colação. De repente, ele inicia um discurso belíssimo, falando sobre como os pais se sacrificaram para pagar a mensalidade exorbitante. Trecho que ficou marcado:
- ...E os pais deixaram de realizar suas necessidades, deixaram de lado seus sonhos, para que seus filhos pudessem se tornar jornalistas...
- Desculpa, mãe!
Era Leonor Maria gritando ao fundo. Não pude deixar de concordar com ela.
Depois, o coral cantou uma linda canção em homenagem aos pais: Fascinação, uma pérola do cancioneiro brasileiro. Tudo muito bonito, não fosse quando prestamos atenção na letra: “o teu corpo é luuuuuuzzz.... seduçãããããõooo....” Isso lá é coisa que se cante pra uma mãe???
Nada de Canção da América ainda.
Muitas músicas depois, os formandos sobem ao palco e recebem seus diplomas. Espero que depois sejam divulgadas as fotos de Lelê com sua beca e seu chapéu. Canudo na mão, fomos buscar o carro e nele entraram: seu fausto, dona Rose, Júlio, Lelê e Lucas. Não me perguntem como coube, mas o Celta é guerreiro. Dali a pouco, já quase chegando em casa....
- Gente, cadê meu celular?
- Aquele que você acabou de recuperar depois de ser roubada, Lelê?
- É...
- Vou ligar pra você.
- Ele tá no vibracall, Júlio! Seu Amaury*!!!
- Shhh!!...er, alô? Quem fala? Segurança da São Judas? Ahn.. nós perdemos esse celular e...
Pra resumir: deixei parte do clã em casa e voltamos pra faculdade pra buscar o celular de Lelê. Esta, usando uma camisa do Corinthians, foi ridicularizada por alguns seguranças palmeirenses, mas ainda assim conseguiu reaver o aparelhinho. E eu tive o prazer de ouvir Lelê e Júlio demonstrando toda a verve musical de galinhas. Sim, galinhas. No meio do Minhocão.
Um dia eu explico melhor, agora ainda está muito recente e minha mente está bloqueando parte do ocorrido. Eles cantaram músicas como galinhas. Não sei se quero lembrar.
Graças a deus, ao retornar pra caverna do clã Dona Rose havia providenciado esfihas, quibe cru, babaganuche, homus.. Uma noite árabe. Júlio quis dançar a dança do ventre, mas foi impedido a tempo.
Depois de assistir à eliminação do Big Brother, pude ir para minha casa, de barriga cheia e com as bochechas doendo de tanto dar risada.
Mais uma noite tranqüila com a família de Lelê. E eu ainda consegui passar por uma colação de grau sem ouvir Canção da América.
*Amaury? Perguntem pra eles. Nem sei, não estava lá, nem fui ao show.